Alma de Jardineira

quinta-feira, maio 29, 2008

bater-de-asas de andorinhas

Grito
e nem o silêncio me responde.

Para onde foi
O suave ruído

o sublime e mágico

bater-de-asas das andorinhas

5 Comments:

  • Fror do Cerrado.

    Minha alma ficou inquieta
    Ao ver aqueles galhos
    Curvos, secos em seus troncos
    Tortuosos,escuros,defeituosos
    Que se estendiam por uma vastidão
    Até onde alcançava a minha vista!

    Pensa eu, na inquietude de minha alma
    Se aquele senáio era culpa da natureza
    Do homem ou do solo que a sustentava
    Umas grandes outras pequenas
    Poucas folas, muitas folhas
    Galhos verdes galhos secos


    Ao baixar a vista para melhor
    Ver o solo, ví o que não esperava
    Ali brotava uma flor, com cores
    Que lembrava o arcos ires
    E minha alma se alegrou
    Com a bela flor do cerrado!
    mpb.

    By Blogger cordelpaixao, at 2:11 da tarde  

  • A natureza pura em seu esplendor inspira-me . Que paisagem linda !!!

    By Blogger Edite, at 7:14 da tarde  

  • Querida amiga.
    Falando de andorinhas ainda me arrepio com o que aconteceu aquelas que nasceram em minha casa. Uma do casal, vem dormir junto ao ninho e, já são passados quase dois meses. Espero que na próxima criação volte acompanhada ao mesmo sítio.

    By Blogger Espaço do João, at 10:20 da tarde  

  • Lindíssima foto acompanhada por palavras tão plangentes.
    Beijinhos

    By Blogger Ana Ramon, at 9:08 da manhã  

  • Para si, direi que depois da partida, as andorinhas regressam de novo na Primavera seguinte. E ficamos à espera, como esperamos na vida; temos esperança!
    Ou será que quem espera, nunca alcança???

    By Blogger loo rock, at 2:34 da tarde  

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